Querem-nos reais, fazem-nos números ilegais.
Mostram-se imunes sentimentos impunes, mostra-me a tua raiva , mostra a tua dor, mais forte, mais alto mostra o teu ardor.
Para, age, grita, chora, maltrata.
Atira toda a merda não vás embora. Reage não pares afronta, amedrontar. Pesa o grau do erro sobre a consciência da verdade. Fala aí ali acolá!
Falas sem falas fundamentos do nada, vida vivida.
Em lutas ilusórias, demónio em mente trás o teu punhal, sangra o corpo, verga as veias come os ossos incendeia a alma.
Regenera-se a pele, constrói-se as veias, renasce a alma do inferno se apoderam as chamas.
Ódio, orgulho, lealdade, morte.
Todos preso num sentimento subjugados á sua sorte!

Sem comentários:
Enviar um comentário