Onde estiveres desculpa ter-te ofendido com os meus pensamentos maquiavélicos, na dúvida do teu ser pondo em causa tudo o que me ensinaste.
Perdoa por não calar as bocas imundas que praguejavam o teu nome em vão.
Desespero o meu, covardia a minha.
Perdoa-me sobretudo por não me ter dado valor e vincar os meus princípios seja eu mulher, criança, santa ou até mesmo puta, ninguém mas ninguém nesta vida tem o direito de me tocar em teu nome.
Onde estiveres sente o meu apelo de suplica e guia-me por favor, só te peço mais esta vez eu não falharei nem porei em causa tudo o que sou e como me crias-te.
De todo o coração perdoa os meus erros a minha cabeça baixa, as minhas fraquezas perdoa todo o meu ser pelas injúrias e desalentos.
Perdoa-me...
Faço um pacto de sangue com a tua alma e renascerei das cinzas outra vez!