27/11/2011

Em brumas desvanecidas sem cheiro ou cor,
O meu coração parececendo colorido só conhece escuridão,
Em ti senti que ao longe brilharia uma luz.
Perdida dentro de mim mesma onde procuro,
Entender tanta tristeza que em ti existe!

Por tanto medo escondido em meu peito,
Sejam horas breves ou um puro deleito...
Seja a salvação uma navalha afiada rasgando a minha pele,
Fazendo-me sentir viva quando ja penso estar morta,
Não sou deprimente a vida não o permite.

Aqui nestas palavras nas minhas escritas, neste meu pequeno mundo,
Deixo sair a minha revolta a minha dor tão profunda,
Não a grito aos céus nem ao inferno,
Guardo-a dentro de mim para sempre.

Jamais, diga eu o que disser,
Faça eu o que fizer,
Sinta eu o que sentir,
Estarei sempre condenada a viver a morte que me faz sofrer.

O meu sangue ferve,
Dentro de mim magoou-me tantas vezes,
Fingindo eu ser fortaleza,
Dando a conhecer de mim a felicidade,
Fazendo sentir que a vida é uma paisagem lindissima.

Mentira

Doi tudo o que vivi.
Sou frágil fraca,
Sem amor próprio,
Sem valor como mulher,
Sou feia,

Sou inimiga de mim própria.
Sou o que eu senti,
Chorei, Sofri,
Nada teve fim,

Agora vivo para que tu possas sentir o melhor de mim!







 

3 comentários:

  1. "Seja a salvação uma navalha afiada rasgando a minha pele,
    Fazendo-me sentir viva quando ja penso estar morta,(...)"

    Belas palavras Lia. Adorei estes versos.
    E a imagem.
    :)

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  2. Olá minha Lia desaparecida!
    Dá notícias.
    Saudades :)

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